segunda-feira, 27 de abril de 2015

Reflexão

Os dias são como um jardim.. renascem, renovam, dão a vida novas chances e caminhos; mas assim como as plantas, não podemos nos esquecer de rega-los. 
E ficar atento ao tempo, e suas mudanças. 
Se quisermos os melhores frutos, teremos que ter atenção durante seu crescimento. 
Caso contrário, as mudas que nascem em qualquer lugar ainda brotarão algumas pela natureza.. Mas os de climas mais difíceis, jamais darão frutos;
Como nós ainda acordaremos ao despertar, mas sem dar o devido valor aos dias, não alcançaremos uma noite plena.



sábado, 25 de abril de 2015

Ondas


Sem Postura


(Recitando)

Reflexão

Ao longo dos anos somos tomados por algo parecido com amadurecimento.. Isso nos faz valorizar, se esforçar, aprender como focar. Isso não dá o direito de julgar, mas nos faz perceber mais à nós e ao mundo. 
Ao longo dos anos alguns momentos continuaram bonitos, 
outros se tornarão qualquer coisa... 
E é ao passar do tempo que eu pude ir juntando os caquinhos e fazendo cada vez melhor o meu caminho! Com tempo que se sente a falta, a alegria e a dor, e se escolhe qual sensação quer para os seus dias.
É ao longo dos anos que se conhece a si mesmo... E se conhecendo então, decide qual parte de você é a que mais te agrada. 
Hoje o que eu abraço, é a força, o foco e a fé que tenho dentro de mim, pois descobri que minhas metas são o que me dá vida que eu preciso no meu dia. Atingindo e traçando mais.. São ciclos..

terça-feira, 10 de março de 2015

O Amanha Virá

‪Nas manhãs mais doces
que o ontem trouxe
E o amanha virá
Há de ter razão
pra tanta complicação
que essa vida canta por ai
Mas não vou fugir
do hoje por causa disso
Se der ainda faço um feitiço
da noite chegar tão linda
Como um abraço no escuro
um brilho do futuro
nos olhos de uma mulher..
Deixo na barriga um frio
ocupando os espaços vazios
Não me queixo das horas massivas
observando as ruas,
esquecendo os fracassos
vigiando a lua
Atenta no agora que vou levando
Agora que eu faço
E eu vou cantarolando..




sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Sem Postura

As vezes é preciso
Um pouco de loucura
Abrir mão do juízo
Perder a postura
Gritar em tom rouco
Ter no rosto um sorriso
As vezes só o gosto bom
Satisfaz
Tem dias que a alma quer mais
Horas de fantasia
Agonias casuais
Umas no desespero
Outras na calma, 
numa paz
Não sei se sou só eu
Ou que lei meu corpo absorveu
Mas pra mim até faz sentido
Uma contradição que levo comigo
De fazer o que quiser
E vai vir o que vier
Não adianta fugir, mulher!
A vida alcança seus sonhos mais escondidos
Só a transparência
Não corre perigo!

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Ondas

Elas que sempre me contaram
a maré que a vida vai levar
Recitaram ida e volta.
como quiser;
foi dito que elas dançam no mar
Cansam os pecados
Não deixam se espalhar
Tocar que purifica,
acorda os afogados
Explica
que todos nós temos passado
o que fica
É o que deixamos amarrado

sábado, 13 de setembro de 2014

Meados de Agosto

O que me acorda por dentro
Dá corda as fantasias
Deixa que eu invento
Aquele vento que bate no rosto
Em meados de agosto
Alguns sentimentos lembrados
Na hora que devem ser
E o agora que tanta gente intervém
Por esquecer
O que será ou não história
O que importa na verdade!?
Se as vezes o mar traz saudades
Que não são capazes de se levar
A sério pra sua realidade
E os segredos que a lua ainda vai desvendar
Com o mesmo enredo
Que a boêmia vem traçar
Nunca é tarde ou cedo
Pra se perder ou se encontrar






quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Palavras em Construção

Vou falar
Pro meu rio de janeiro,
Que ultimamente
Tem me dado um desespero..
Com governo indecente,
Que só pensa em dinheiro
A fome de tanta gente
Essa falta de instrução,
Que consome o brasileiro!
Me dá uma razão,
Pra essa valsa no escuro
Diz,
O que será no futuro!?
Com esse sistema infeliz..
É o sol de Ipanema
Se arriscando por um triz
Que traz a esperança!
Com o sal riscando
Esses dias fúteis
E o que será com essa ganancia!?
Da fantasia na Terra do Mar!?
que enterra tanta coisa..
Tanta gente inocente
Quanta política que ainda mente!
A minha crítica que arde nas mãos,
Vira a arte
Das palavras em construção

É Sal Que Corre Nas Veias

Carioca da gema,
Desde pequena eu existo
Com o amanhecer do Cristo
Pra me dar bom dia..
O por do sol em Ipanema
As poesias, aplausos..
Nesse rio que é meu palco,
Eu me desfaço
Perdendo por ai meu pudor
O descaso na palavra amor,
E os princípios perdidos
Em tanto mar..
Desde o inicio,
Armando um jeito de se amarrar
As suas areias cheias de defeitos
Mas o que fazer!?
Se só aqui eu me endireito..
Seu sal corre nas minhas veias,
É tão banal, mas tão fatal que me incendeia!


(Bianca 90epoucos)